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O Ressurgimento da Ordem do Templo e sua Missão

Em 1973, 650 anos se passaram desde o Capítulo Dálmata. A Ordem do Templo, ou mais precisamente seu núcleo iniciático, reaparece, como anunciado por Geoffrey de Gonneville, assim no limiar do 3º milênio pelo impulso dos "Fieis do Amor", sob o nome de:

"Ordem dos Vigilantes do Templo – Milícia Templi".

O reino dos iniciados não é deste mundo

Durante nove anos, a Ordem dos Vigilantes do Templo montou suas estruturas e ensino. Em 1982, ele veio à tona e realmente começou a procurar sua família; no mesmo ano, durante um conclave, ocorreu a eleição do Primeiro Grão-Mestre do Ressurgimento da Ordem do Templo Medieval, o Chevalier Sidiel de Schoening.

 

Desde então, várias centenas de homens e mulheres de diferentes nacionalidades e agradecidos à Tradição Cristã juntaram-se à Ordem dos Guardiões do Templo para continuar o trabalho empreendido pelos seus predecessores. A herança da Ordem é a da Tradição Primordial Ocidental.

 

O tempo voltou e a missão continua.

Como os Templários de outrora, que possuíam a dupla vocação de monge e soldado (espiritual e temporal), o Templário do século XXI, se realiza uma pesquisa necessariamente individual, não está isolado do mundo. Vestido com sua armadura espiritual, depositário dos valores tradicionais do amor e da fraternidade, controlando-se constantemente para obter o melhor equilíbrio possível, ele é um ser de ação que faz do adágio seu:

" Tanto quanto damos, tanto recebemos, e tanto recebemos, tanto devemos dar"

 

 

 

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